• Várzea Grande, 13/07/2026
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Mulher atribui filha de 33 anos a Abilio, mas prefeito rebate: “Eu tinha 9 anos”

Carta enviada ao prefeito de Cuiabá relata um suposto relacionamento ocorrido no início da década de 1990.


Mulher atribui filha de 33 anos a Abilio, mas prefeito rebate: “Eu tinha 9 anos”

Uma carta enviada ao prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, levantou uma situação inusitada envolvendo uma suposta paternidade. Em vídeo publicado nas redes sociais, o prefeito divulgou parte da ligação realizada com a mulher responsável pelo documento.

Durante a conversa, a mulher afirmou que teria mantido um relacionamento de aproximadamente três ou quatro meses com Abilio. Segundo ela, os dois teriam sido vizinhos no bairro Duque de Caxias, em Cuiabá.

A mulher inicialmente situou o suposto relacionamento no ano de 1994. No entanto, durante a ligação, Abilio informou que a carta recebida apresentava outra versão: os dois teriam se conhecido em 1991 e a filha da mulher teria nascido em 1992.

A mulher disse que a filha, atualmente com 33 anos, seria muito parecida com o prefeito e sugeriu a realização de um exame de DNA. Ela também alegou que Abilio teria presenteado a família com um casal de porquinhos-da-índia.

O prefeito afirmou que não se lembrava da mulher, negou ter morado ou frequentado o bairro Duque de Caxias naquela época e questionou a cronologia apresentada.

“Se a sua filha tem 33 anos e eu tenho 42, eu tinha 9 anos quando sua filha nasceu”, respondeu Abilio.

Durante a conversa, o prefeito também afirmou que não havia iniciado a vida sexual aos 9, 10 ou 11 anos. Ele considerou improvável a história de que teria ido sozinho até uma rodoviária, ainda criança, para entregar os animais como despedida do suposto relacionamento.

Mesmo após os questionamentos, a mulher manteve a afirmação de que não estaria confundindo Abilio com outra pessoa e voltou a dizer que a filha seria parecida com ele.

Abilio, por sua vez, afirmou que a possibilidade de ser o pai era “zero” e sugeriu que a mulher poderia estar confundindo a identidade da pessoa com quem teria se relacionado.

Apesar da negativa, o prefeito demonstrou respeito pela história relatada pela mulher e reconheceu as possíveis dificuldades enfrentadas por ela como mãe. Ao encerrar a ligação, desejou boa sorte e pediu que Deus abençoasse a família.

O episódio levantou suspeitas sobre uma possível tentativa de atribuição indevida de paternidade, situação popularmente conhecida como “golpe da barriga”. Entretanto, a ligação, isoladamente, não comprova fraude, má-fé ou qualquer prática criminosa.

Na gravação publicada, também não foi apresentado exame de DNA ou outro documento capaz de confirmar a paternidade alegada pela mulher.






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