Gato Louco denuncia perseguição política e critica prefeito Abílio Brunini
Influenciador afirma ter sido demitido por postar foto com ministro e senador; Abílio responde às críticas
O influenciador cuiabano conhecido como Gato Louco voltou a movimentar as redes sociais ao afirmar que foi demitido da Prefeitura de Cuiabá após postar uma foto e um vídeo ao lado do ministro Carlos Fávaro e de um senador. Segundo ele, a decisão teria sido motivada por perseguição política.
Nos stories publicados, Gato Louco relatou que recebeu críticas de apoiadores e mensagens privadas de pessoas dizendo que teria sido “traído de novo pelo Abílio”, além de comentários de que “não amadureceu” e que “a vida ainda vai ensiná-lo a ser um político de verdade”. Ele também revelou que recebia cerca de R$ 2.620 como motorista, mas com ajudas extras o valor ultrapassava R$ 4 mil.
O influenciador rebateu as acusações de extremismo por aparecer em fotos com políticos de diferentes correntes ideológicas. “Sou figura pública, cumprimento todo mundo com educação e respeito, independente de qualquer coisa. De direita ou esquerda, respeito todos”, disse.
Em outro trecho, Gato Louco afirmou que foi chamado a atenção pelo prefeito durante sessão na Câmara Municipal de Cuiabá, classificando o episódio como constrangedor.
A resposta de Abílio Brunini
Procurado pela reportagem, o prefeito Abílio Brunini respondeu às declarações. Ele afirmou que a gestão municipal preza pela responsabilidade com os cargos públicos e que não compactua com atitudes que possam gerar desgaste político para a administração. Abílio reforçou ainda que “ninguém é perseguido, mas todos devem entender a importância da lealdade e da postura institucional”.
A polêmica segue repercutindo nas redes sociais, onde Gato Louco prometeu fazer uma live para detalhar o caso e chamar atenção para o que classifica como perseguição.









COMENTÁRIOS