• Várzea Grande, 05/06/2026
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UFMT cai 33 posições em ranking mundial de universidades e acompanha queda generalizada no Brasil

Levantamento do CWUR coloca a instituição na 1.778ª posição global; 87% das universidades brasileiras perderam colocações em 2026.


UFMT cai 33 posições em ranking mundial de universidades e acompanha queda generalizada no Brasil

A Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) caiu 33 posições no ranking das melhores universidades do mundo, divulgado pelo Centro para Rankings Universitários Mundiais (CWUR) nesta segunda-feira (1º). A instituição está entre as 15 universidades brasileiras que mais perderam posições em 2026 na comparação com o ano anterior.

No cenário global, a UFMT passou a ocupar a 1.778ª colocação. Já no ranking nacional, está na 43ª posição.

Em nota, a UFMT informou que, apesar da queda, permanece entre as 2 mil universidades mais bem classificadas pelo CWUR, entre mais de 21 mil instituições avaliadas em todo o mundo, o que reforçaria sua relevância acadêmica, científica e social.

Segundo o comunicado, a universidade reafirma seu compromisso com a excelência no ensino, na pesquisa, na extensão e na internacionalização. A instituição destacou que essas áreas vêm recebendo atenção estratégica por meio do fortalecimento da produção científica, da ampliação de parcerias nacionais e internacionais, do incentivo à pós-graduação e da valorização das ações de inovação e desenvolvimento regional.

A queda da universidade mato-grossense acompanha uma tendência observada em todo o país. Das 52 instituições brasileiras presentes na lista, 45 registraram recuo em relação ao ano anterior. De acordo com o CWUR, 87% das universidades brasileiras avaliadas perderam posições no ranking de 2026.

O levantamento é elaborado a partir de indicadores ligados à qualidade da educação, à empregabilidade dos ex-alunos, à excelência do corpo docente e ao desempenho em pesquisa científica. É considerado um dos principais estudos internacionais de avaliação do ensino superior.

Conforme a organização, o desempenho está relacionado principalmente à queda nos indicadores de pesquisa e ao aumento da competitividade internacional. Universidades de outros países, beneficiadas por maiores investimentos em ciência e tecnologia, avançaram na classificação e ampliaram a distância em relação às instituições brasileiras.

Mesmo diante da retração generalizada, a Universidade de São Paulo (USP) manteve-se como a instituição brasileira mais bem colocada no ranking, ainda que tenha perdido uma posição na comparação com a edição anterior.




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