• Várzea Grande, 20/04/2026
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O Enigma das Malas Prontas: Quem Vai Trocar de Partido em Várzea Grande?

Bastidores políticos esquentam com articulações envolvendo o futuro partido do presidente da Assembleia, Max Russi.


O Enigma das Malas Prontas: Quem Vai Trocar de Partido em Várzea Grande?

Os corredores da política de Várzea Grande estão mais movimentados do que nunca. Sem alarde e longe dos holofotes, uma verdadeira dança das cadeiras está prestes a começar — e o epicentro dessa movimentação atende por um nome conhecido: Max Russi.

Fontes confidenciais revelaram que o futuro partido do presidente da Assembleia Legislativa prepara um grande desembarque na cidade industrial. Com articulações já avançadas, a legenda — que promete ser a “menina dos olhos” para os próximos pleitos — deverá arrematar nomes de peso. Inclusive, de onde menos se espera: o PL.

Quem circula pelos bastidores sabe que a mala já está pronta. A vereadora Gisa Barros, por exemplo, já tem sua carta de liberação nas mãos, expedida oficialmente pelos presidentes dos partidos e chancelada pelo Tribunal Regional Eleitoral. Mas ela está longe de ser a única.

Ao que tudo indica, dois vereadores eleitos, secretários municipais e suplentes já estão em conversas avançadas para engrossar as fileiras do projeto, que mira diretamente nas eleições de 2026 e 2028. O silêncio das lideranças contrasta com a movimentação intensa nos bastidores.

Dizem, inclusive, que reuniões discretas selaram um princípio de aproximação entre a prefeita Flávia Moretti (PL) e o presidente da ALMT. Nada confirmado — por enquanto.

O projeto é grande. E muitos já estão prontos para apostar suas fichas em novos nomes. Afinal, quem disse que o futuro será construído apenas com os rostos conhecidos?

A sigla em ascensão seria o Podemos (PODE), partido comandado nacionalmente pela família Abreu e que vem ganhando corpo após a incorporação de siglas como o PHS e o PSC. Hoje, conta com mais de 800 mil filiados e um número eleitoral que chama atenção: o 20.

Nos bastidores, a pergunta que não quer calar: quem serão os próximos a mudar de lado? E, mais importante, qual será o preço do silêncio?

Por enquanto, ninguém confirma. Mas como dizem nas rodas políticas, onde há fumaça, há fogo.










E a fumaça já começou a subir.




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